| BIBLIOGRAFIA |
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As referências bibliográficas são apresentadas no final do texto, seguindo o sistema Chicago disponível no site www.chicagomanualofstyle.org, com algumas adaptações pontuais. A lista bibliográfica será apresentada sequencialmente, por ordem do último apelido dos autores (apelido em letra maiúscula). No caso de várias referências para cada autor, a ordem é cronológica, apresentando-se primeiro o trabalho mais recente. Nas entradas seguintes do mesmo autor, deverá substituir-se o nome por dez traços seguidos de hífen. Ou seja: “__________– Título”. Só devem figurar na lista as publicações que tenham sido citadas ao longo do texto. No caso das referências bibliográficas que têm um Identificador de Objecto Digital (DOI), o mesmo deve ser indicado no final da referência. A letra deve ser em tamanho 11 (um ponto abaixo da letra do texto) e apresentar o seguinte espaçamento: 12 pt (depois) e espaço entre linhas simples. Como modelo, dão-se alguns exemplos abaixo, sem prejuízo da consulta a artigos já publicados na revista.
Alguns exemplos:
Monografias:
NETO, Maria João – James Murphy e o Restauro do Mosteiro de Santa Maria da Vitória no Século XIX. Lisboa: Editorial Estampa, 1997.
SOARES, Clara Moura; DIONÍSIO, Amélia Rangel – A Igreja de Santa Engrácia no Campo de Santa Clara: Os tempos do lugar. Lisboa: Caleidoscópio, 2019.
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Capítulos em monografias: SERRÃO, Vítor – “Tendências da pintura portuguesa na segunda metade do século XVII (entre Avelar Rebelo, Bento Coelho e os focos regionais)”. SOBRAL, Luís de Moura (ed.) – Bento Coelho 1620-1708 e a Cultura do seu Tempo. Lisboa: Instituto Português do Património Arquitectónico, 1998, pp. 41-65.
Artigos em revistas científicas: VALE, Teresa Leonor – “Les acquisitions d’oeuvres d’art du premier marquis de Fronteira, João de Mascarenhas (1633-1670), pour sa demeure des environs de Lisbonne”. Studiolo, 8 (2010), 89-102.
Atas de congressos: SANTOS, Joaquim Rodrigues dos – "On the trail of Baltazar Castro, a Portuguese restorer in India". EAHN 2015 Belgrade: Entangled Histories, Multiple Geographies. Belgrade: University of Belgrade - Faculty of Architecture, 2015, pp. 244-253.
Trabalhos académicos: AFONSO, Luís Urbano – A Pintura mural portuguesa entre o Gótico internacional e o fim do Renascimento: formas significados, funções. Lisboa: Universidade de Lisboa, 2006. 3 Vols. (Tese de doutoramento). Em: link de acesso (Acesso: data de consulta).
Fontes manuscritas: A primeira vez que surge o arquivo vem inteiro seguido das siglas, sendo posteriormente apenas formado pelas siglas. Por exemplo:
Arquivo Nacional da Torre do Tombo (ANTT), Chancelaria de D. João V, Livro 135, fl. 213-213v.
Referências de Internet: SOARES, Clara Moura et al. – “Conservação e destruição de pinturas dos conventos extintos em Portugal durante o século XIX”. ECR, 4 (2012) 232-248. Em: http://revistas.rcaap.pt/ecr/article/view/3095/2494 (Acesso: 06 outubro 2013).
Referência a links da internet: Sempre citados em nota de rodapé, e não no corpo do texto, sendo dispensável a sua listagem na bibliografia final. Por exemplo:
Az Infinitum – Sistema de Referência e Indexação de Azulejo. Em: http://redeazulejo.fl.ul.pt/pesquisa-az (Acesso: 20 maio 2015);
‘Azurite’, Cameo, Museum of Fine Arts, Boston. Em: http://cameo.mfa.org/wiki/Azurite (Acesso: 13 julho 2013).
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